Judy sempre se sentia inferior em relação a suas amigas, sempre achou ser o patinho feio da turma e isso a incomodava, não sabia lidar. Ela era diferente. Sempre se interessou por rapazes mais feios, sempre achou que estes tinham mais sentimentos.
Judy foi ficando mais bonita com o passar do tempo, rapazes mais bonitos foram se interessando por ela e elogios eram constante. Se relacionou com alguns feios, pelos quais ela levava muito a sério, e com bonitos, estes ela mantinha sempre o pé atrás. Judy nunca confiou em beleza. O que ela mais gostava mesmo era daqueles rapazes que lhe faziam sorrir, que preservam o bom o humor, para ela era fundamental.
De acordo com o tempo, Judy percebia que nem todo feio era feio e nem todo bonito era bonito. Feios por fora e bonitos por dentro, isso geralmente é o que atrai, o mais sensato. Para Judy não, que sempre teve medo de boa aparência e beleza que excedia o limite. Feio por fora e bonito por dentro era como alguém feio que se acha muito bonito o que acaba se tornando muito feio, odioso, tédioso. E foi assim o último que passou na sua vida. E agora, aquilo que fazia Judy filtrar seus relacionamentos nem sempre dá certo e ela não sabe mais como lidar.
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